Araras-canindé no quintal

Vejam só quem esteve aqui: um bando de araras-canindé (Ara ararauna). Quem mais tem dessas no quintal?


Foto acima: f/5.9, 1/500 s, ISO 400


Foto acima: f/5.9, 1/500 s, ISO 360


Foto acima: f/6.1, 1/250 s, ISO 360


Foto acima: f/5.9, 1/500 s, ISO 110


Foto acima: f/5.9, 1/320 s, ISO 400


Foto acima: f/5.9, 1/500 s, ISO 280


Foto acima: f/5.9, 1/500 s, ISO 320


Foto acima: f/5.9, 1/200 s, ISO 110


Uma árvore no campo - fotografia infravermelha

A primavera estava começando no cerrado. Fotografia infravermelha a 680 nanômetros.




Foto acima: 55 mm, f/8, 1/250 s, ISO 100

Cacau, o labrador

Retrato do máximo destruidor de hortas e jardins, perseguidor de corujas e causador de dores de cabeça no adestrador, que nunca antes teve um discípulo tão teimoso.


Foto acima: f/4.4, 1/100 s, ISO 1100 

Regata no lago Paranoá

Foi no dia 8 de abril de 2018; uma regata é sempre espetáculo bonito, apesar da névoa, que prejudicou um pouco as fotos.



Foto acima: f/9, 1/1250 s, ISO 400, 300 mm



Foto acima: f/9, 1/1000 s, ISO 400, 300 mm

Gavião no playground

Exemplar jovem de gavião-carrapateiro (Milvago chimachima).



Foto acima: f/5.9, 1/500 s, ISO 125

Salto do Corumbá durante a estiagem - fotografia infravermelha

Aqui o salto do Corumbá (Estado de Goiás) aparece com pouca água, como ocorre durante os meses em que não há chuva. Fotografia infravermelha a 680 nanômetros.


Foto acima: 55 mm, f/8, 1/200 s, ISO 100


Consequências da tempestade de 8 de novembro de 2017 em Brasília

Quem se interessa por fotografia procura desenvolver o aspecto estético nas imagens que captura. Não é o caso, porém, nesta sequência de fotos que hoje apresento a vocês.
Foi na madrugada do último dia 8 de novembro. Uma tempestade brutal atingiu Brasília e adjacências. Afirma-se que em alguns pontos o vento alcançou a velocidade de 120 km/h. A chuva foi intensa e, em alguns lugares, também caiu granizo. Um rastro de destruição, com destelhamentos, árvores arrancadas pela raiz, paredes e muros caídos, postes partidos ao meio, não deixa dúvidas quanto à fúria da natureza.
Todas as imagens aqui apresentadas foram feitas no Lago Norte, na manhã do dia 8, quando ainda chovia um pouco. Perguntei a vários moradores antigos da área se haviam visto coisa parecida anteriormente, e a resposta foi enfática: NÃO. 
Bem, vejam as fotos, lembrando que as árvores não foram atingidas por raios. Foi a força do vento, mesmo. Fica aqui um "registro para a posteridade". É preciso refletir quanto ao significado de tudo isso.


Foto acima: 30 mm, f/8, 1/250 s, ISO 400


Foto acima: 26 mm, f/8, 1/400 s, ISO 400


Foto acima: 32 mm, f/8, 1/400 s, ISO 400


Foto acima: 18 mm, f/8, 1/320 s, ISO 400


Foto acima: 20 mm, f/8, 1/500 s, ISO 400


Foto acima: 30 mm, f/8, 1/500 s, ISO 400


Foto acima: 55 mm, f/8, 1/640 s, ISO 400


Foto acima: 30 mm, f/8, 1/400 s, ISO 400


Foto acima: 55 mm, f/8, 1/400 s, ISO 400


Foto acima: 46 mm, f/8, 1/500 s, ISO 400


Foto acima: 55 mm, f/8, 1/200 s, ISO 400


Foto acima: 40 mm, f/8, 1/500 s, ISO 400


Foto acima: 55 mm, f/8, 1/400 s, ISO 400


Foto acima: 38 mm, f/8, 1/400 s, ISO 400


Foto acima: 32 mm, f/8, 1/500 s, ISO 400


Foto acima: 25 mm, f/8, 1/250 s, ISO 400


Foto acima: 55 mm, f/8, 1/640 s, ISO 400

Em uma pré-escola:


Foto acima: 48 mm, f/8, 1/320 s, ISO 400